“Inteligência” é uma característica bastante subjetiva, mas, no geral, diz respeito à capacidade que uma pessoa tem para resolver problemas, com os recursos e as experiências que adquiriu na vida. Mas, se esse é um atributo humano, por que é empregado amplamente para falar de objetos inanimados? E o que significa dizer que algo tem Inteligência Artificial?

Quando o termo surge, é bem comum vir à mente cenários de robôs humanoides executando tarefas do nosso cotidiano como em Os Jetsons e pensar que essa realidade ainda é distante de nós. Porém, não é isso o que acontece: as máquinas inteligentes já estão aqui, na palma da nossa mão.

Ainda tem dúvidas a respeito do que é a Inteligência Artificial e de como é aplicada no nosso dia a dia? Então, continue por aqui, pois vamos explicar tudinho para você, além de apresentarmos a Aura, a Inteligência Artificial da Vivo. Vamos lá?

O que é Inteligência Artificial?

A Inteligência Artificial (IA) diz respeito à capacidade das máquinas de simular o raciocínio humano, fazendo isso de forma a perceber e a interpretar informações, tomar decisões e resolver problemas. Ou seja, a IA se refere à aptidão dos dispositivos eletrônicos de serem inteligentes.

Esse ramo faz parte da Ciência da Computação e se dedica a desenvolver máquinas e equipamentos que tomem decisões de modo independente (sem a interferência do ser humano) e preciso (apoiado em dados digitais). Mas como isso funciona?

De forma bem simples e resumida, os programas que possuem a IA utilizam a mesma linguagem computacional dos sistemas convencionais, porém, com uma lógica um pouquinho diferente. 

Há várias formas de programar um sistema, e o objetivo dos que utilizam a IA é fazer com que o dispositivo aprenda algo diante de determinadas situações, tal como uma criança.

Em alguns casos, a lógica do sistema é bastante simples: se a pergunta for X, a resposta é Y. Já nos sistemas que utilizam redes neurais, o dispositivo tenta reproduzir o mecanismo dos neurônios humanos, isto é, uma rede de células conectadas, em que a informação é transmitida a cada célula e se combina a outros dados para encontrar a melhor solução.

Para ensinar os computadores a pensarem, tornando possível que eles resolvam problemas automaticamente, é preciso a união de alguns conceitos, como Big Data e Machine Learning. Veja só:

Imagem de uma pessoa digitando em um notebook. Sobre a foto, ilustrações de gráficos.

Big Data

Toda ação realizada em dispositivos que estão conectados à internet gera dados. Compras, transações, pesquisas na internet, interações nas redes sociais, busca de conteúdos em streaming etc., tudo deixa uma informação.

O volume de dados gerados é imenso e, quando esses dados podem ser organizados, estruturados, aproveitáveis e monetizáveis, são chamados de Big Data

Quando se analisa adequadamente esses dados, informações valiosas sobre padrões são identificadas, gerando insights para melhorar processos, produtos e experiências..

Machine Learning

Esse é o termo em inglês para aprendizado de máquina. Então, em vez de definir regras para um dispositivo e aguardar o resultado, deixamos que a máquina aprenda tais regras por conta própria, utilizando os dados gerados anteriormente.

Sabe aquelas sugestões de filmes e séries dos aplicativos de streaming e as recomendações de produtos dos marketplaces? São resultado das ações do usuário. Conforme você gera dados (assistindo e pesquisando e/ou comprando), o sistema aprende o que você gosta.

Deep Learning

Já esse termo se refere ao aprendizado profundo de máquina. A principal diferença para o Machine Learning é que, enquanto este funciona de forma linear, o Deep Learning funciona como a rede de neurônios humanos, trabalhando em camadas de dados encadeadas de maneira hierárquica. 

Esse sistema permite análises de dados mais complexas, o que possibilita que o computador realize tarefas como se fosse uma pessoa. 

Entre essas tarefas, também estão o processo de identificação de imagens, reconhecimento de fala e previsões.

Processamento de Linguagem Natural (PLN)

Esse mecanismo da IA tenta reproduzir os processos ligados ao funcionamento da linguagem e da comunicação humana.

Com ele, os dispositivos conseguem reconhecer contextos e extrair informações de modo mais preciso, compreendendo melhor os textos produzidos pelas pessoas.

Por exemplo, o PLN pode ser aplicado nas redes sociais para fazer a análise de sentimentos. 

Assim, os algoritmos procuram por padrões nas postagens dos usuários, e as marcas podem saber como os consumidores se sentem em relação aos seus serviços e produtos.

Imagem de uma cozinha com as luzes apagadas. Por cima da foto estão alguns ícones de rotina matinal.

Onde a IA pode ser aplicada?

Os estudos nessa área tiveram início na década de 1940, com o objetivo de encontrar novas funcionalidades para os computadores da época. Porém, a partir de 1990, com os estudos sobre redes neurais e o desenvolvimento de bons modelos de dados, do Big Data e da computação em nuvem, a Inteligência Artificial finalmente tornou-se real.

Ao contrário do que muita gente pensa, a Inteligência Artificial não é coisa de um futuro distante. Ela já faz parte do nosso cotidiano, de inúmeras formas. 

Você já ouviu falar em IoT (Internet das Coisas), por exemplo? Esse conceito diz respeito a todos os objetos que estão conectados na internet e que, por isso, comunicam-se entre si por meio de softwares inteligentes que transmitem dados para uma rede.

Esses objetos podem ser qualquer coisa: 

  • Computadores;

  • Tablets;

  • Smartphones;

  • Televisões;

  • Geladeiras;

  • Carros;

  • Sensores;

  • Equipamentos complexos, e muito mais. 

Talvez você já esteja imaginando que a IoT e a Inteligência Artificial atuam juntas na automação residencial — e acertou!

Se sua casa estiver preparada com esses recursos, você pode programar a hora para as janelas abrirem e fecharem, as luzes acenderem e apagarem, o ar-condicionado ligar e desligar, e assim por diante. Basta que você integre os dispositivos ao seu smartphone para controlá-los a distância.

Já imaginou? Às 18h, a janela da sala fecha as persianas, as luzes reduzem a sua intensidade e a caixinha de som começa a tocar uma música relaxante, lembrando que é hora de parar de trabalhar e meditar, por exemplo. 

A área da saúde também se beneficia bastante com a IA. Essa tecnologia ajuda a aumentar a precisão dos diagnósticos médicos e realiza até alguns procedimentos complexos, reduzindo o erro humano. Bacana, não é mesmo?

Mas a Inteligência Artificial também pode ser encontrada em serviços que utilizamos com grande frequência, mas nem nos damos conta. O Google é um exemplo de empresa que aplica o Machine e o Deep Learning em todos os seus processos.

A IA aprimorou o filtro de spam do Gmail e melhorou de maneira significativa as traduções do Google Tradutor, por exemplo. A tecnologia também está presente no reconhecimento de voz dos celulares Android e no Google Fotos, em que você consegue buscar por situações e objetos específicos, como “sorrisos”, “gatos” e “pôr do sol”, e cujo assistente sempre sugere montagens e gifs.

As listas de músicas que o Spotify monta especialmente para você e as indicações de séries que são a sua cara na Netflix são resultado da Inteligência Artificial também!

À medida que você responde a essas sugestões, adicionando uma música à sua biblioteca e avaliando um programa assistido, os algoritmos entendem o que você gosta e começam a sugerir conteúdos cada vez mais personalizados.

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Imagem promocional da Aura. Lê-se: "Aura. A inteligência artificial da Vivo."

Quem é a Aura e como ela pode te ajudar?

Como dissemos, hoje a Inteligência Artificial está em qualquer coisa, inclusive na palma da sua mão. 

Sabia que a Vivo também tem uma assistente que funciona por IA, desenvolvida para facilitar a sua vida?

Pois é! O nome dela é Aura e foi todinha pensada para aprender com você, em qualquer lugar do mundo que esteja. 

A Aura te entende bem, oferecendo respostas personalizadas para aquilo que você precisa, além de simplificar os processos, esclarecendo suas dúvidas e te ajudando a otimizar o próprio tempo.

Com a Aura você pode:

  • Acessar a sua última conta;
  • Ver o consumo de internet;
  • Verificar a sua franquia de dados;
  • Revisar o plano contratado;
  • Visualizar o seu saldo de recarga;
  • Fazer a recarga do celular, e muito mais!

Seja você um cliente PósControle ou Pré, é só fazer a pergunta à Aura que ela responde. 

Tem dúvidas sobre a sua linha fixa ou o pacote de TV e internet? Conte com a Aura! Precisa encontrar as melhores soluções digitais? A Aura também vai te ajudar.

Vivo Guru

Você já conhece a Aura?

Quer saber seu consumo de internet ou colocar sua conta em débito automático? Resolva esses e outros serviços com a Aura. Saiba mais sobre a inteligência Artificial da Vivo e veja como ela pode ajudar a simplificar a sua vida.

E aí, se surpreendeu com o quanto a Inteligência Artificial está presente no nosso dia a dia? 

Aliar o intelecto humano à funcionalidade das máquinas para aproveitar melhor o nosso tempo é o verdadeiro futuro. E, se você é cliente Vivo, já faz parte dessa inovação!

Quer conhecer melhor a nossa assistente virtual e saber como ela pode te ajudar? Então, não perca mais tempo e conheça a Aura agora mesmo. 

Até a próxima!

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