Antes de preparar o balde de pipoca e acessar o serviço de streaming de sua preferência para aproveitar a lista de filmes e séries LGBTQIA+, temos uma pergunta a fazer: considerando-se parte ou não do movimento, você sabe o significado de cada uma das letras que compõem a sigla?

Se a resposta for não, vamos ajudar você. Mas, antes, é importante elucidar que cada letra cumpre o papel de traduzir a singularidade de diversos grupos identitários à medida que eles se manifestam socialmente. Afinal de contas, como humanos, somos múltiplos, complexos e há pessoas que não possuem a heterossexualidade como orientação sexual, tampouco a cisgeneridade (cis) como identidade de gênero.

No entanto, para além da sigla, ser LGBTQIA+ representa ser e estar em um movimento que luta, através de diferentes frentes, sejam elas políticas ou por meio do entretenimento, pelo direito à liberdade de amar ou simplesmente de existir, como no caso do Brasil, o país que mais mata transexuais no mundo há 12 anos, conforme informações da Trans Murder Monitoring ("Observatório de Assassinatos Trans", em inglês).

Além disso, cabe ressaltar que, somente em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) enquadrou a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero na Lei de Racismo (Lei nº 7716/89).

A partir desses dados alarmantes, fica evidente a razão de existir, não somente o Mês do Orgulho LGBTQIA+, comemorado em junho, como o 17 de maio, que marca o Dia Internacional Contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia.

Imagem de um coração com as cores do arco-íris. Lê-se: "Diversity".

O que significa LGBTQIA+?

Dito isso, comecemos pelas letras que se referem à orientação sexual, ou seja, o desejo físico e afetivo que as pessoas sentem umas pelas outras.

  • L representa as lésbicas, mulheres cis ou trans que se sentem atraídas por outras mulheres cis ou trans;

  • G refere-se aos gays, homens cis ou trans que se sentem atraídos por outros homens cis ou trans;

  • B representa bissexuais, pessoas que se sentem atraídas por dois gêneros, masculino e feminino, sejam cis ou trans;

  • T, ao contrário das três anteriores, refere-se à identidade de gênero. Nesse caso, estamos falando de transgêneros, transexuais e travestis. Pessoas trans têm o gênero diferente daquele que lhe foi designado ao nascer. Já travestis “podem possuir uma identidade de gênero feminina ou mais ampla, uma vez que o termo pode também se referir a um gênero que foge do binarismo homem-mulher”, conforme BuzzFeed Brasil;

  • Q significa Queer, pessoas que não se enquadram em qualquer norma de gênero imposta pela sociedade. Isto é, “se uma pessoa não se considera hétero e/ou cis, ou ainda se entende pertencente a um gênero que foge da binariedade homem/mulher, ela pode se identificar como queer”, de acordo com BuzzFeed Brasil;

  • I representa as pessoas intersexuais que nascem com genitálias que não se encaixam nas categorias biológicas típicas do sexo feminino ou masculino;

  • A acolhe os assexuais. Em outras palavras, pessoas que desenvolvem relações afetivas, sem a necessidade de ter relações sexuais;

  • +: achou que o plus não tinha significado? Não só tem, como é o único e mais acolhedor de toda a sigla, pois se refere a todas as sexualidades e identidades de gênero que estão por aí. 

Pronto! Realizada a elucidação em relação às letras da sigla, hora de partir para a lista com 15 filmes e séries LGBTQIA+.

Afinal de contas, independentemente de você fazer parte do movimento ou não, uma das formas de agregar conhecimento ou aprender sobre orientação sexual e identidade de gênero é através do entretenimento. Vamos lá?

Imagem de um casal de mulheres assistindo a um filme juntas.

Anos 2000, a década precursora de filmes e séries LGBTQIA+

Seriados como “Os Assumidos” (Queer As Folk, em inglês) e “The L Word”, bem como filmes como “GIA”; “Monster — Desejo Assassino”; “O Segredo de Brokeback Mountain”; “Milk: A Voz da Igualdade”; “Imagine Eu e Você”; “Meninos Não Choram” e “Orações para Bobby” foram revolucionários.

Isto é, por mérito deles, e da pressão social do próprio movimento, roteiristas passaram a ampliar seus campos de visão e, por consequência, produtores a considerarem histórias sobre uma parcela da população que sempre esteve ali, mas não se enxergava no cinema, tampouco na televisão  — o que chamamos de falta de representatividade.

No entanto, justamente por serem produções revolucionárias, algumas delas cometeram alguns deslizes que, nas produções atuais, não são tão recorrentes.

15 filmes e séries LGBTQIA+

Dito isso, que rufem os tambores porque chegou a hora de listar os filmes e séries LGBTQIA+ e, por consequência, falar sobre representatividade. Além disso, ao escolher qualquer um dos conteúdos abaixo, a sigla, mencionada no início do texto, tal como as definições das letras e algumas nomenclaturas utilizadas, passarão a fazer mais sentido para você.

La Casa de Las Flores (Netflix)

Imagem de divulgação da série La Casa de Las Flores.

A série “La Casa de Las Flores” é um tesouro latino-americano escondido na Netflix. Isso porque o roteiro nasceu em oposição aos “dramalhões” mexicanos que estamos acostumados a assistir, devido à mente audaciosa do diretor e roteirista Manolo Caro. 

Ou seja, é uma produção que aborda questões como homossexualidade, bissexualidade, transexualidade, bem como homofobia internalizada — preconceito com si mesmo —, e faz isso utilizando artifícios de um humor crítico admirável.

Logo no início, você compreende que a família De La Mora não se configura como convencional, por maiores que sejam os esforços da matriarca, Virginia De La Mora, frente à classe alta mexicana. Até o momento, a série possui três temporadas e um especial — um filme está previsto para junho de 2021.

Tomboy (Telecine)

Imagem de divulgação do filme Tomboy.

O título do filme francês “Tomboy”, lançado em 2011, já sugere que vai tirar você da zona de conforto pelo fato de utilizar um termo que se refere a meninas que não imprimem uma feminilidade tradicional.

Escrito e dirigido por Céline Sciamma, o longa-metragem conta a história de Laure, uma garota de 10 anos que, ao ser confundida com um menino, aceita a confusão e passa a se autodenominar Mickaël. A partir de então, Mickaël começa a viver uma vida dupla, já que sua família não sabe do ocorrido.

The L Word: Generation Q (Amazon Prime)

Imagem de divulgação da série The L World: Generation Q.

Anteriormente mencionamos um seriado que esteve no ar entre 2004 e 2009, chamado “The L Word”, lembra? De fato, a produção foi precursora em inúmeros aspectos, demonstrando as angústias e os fatos cotidianos do público lésbico e bissexual. 

No entanto, se ela for assistida agora, 12 anos depois de sua temporada final, é perceptível que alguns descuidos foram cometidos na época, principalmente em relação à falta de representatividade trans.

À vista disso, parte do elenco original, como Jennifer Beals, Katherine Moennig e Leisha Hailey, juntou-se a outros artistas em 2020 para lançar “The L Word: Generation Q”, uma espécie de sequência de “The L Word”. O seriado teve apenas uma temporada, mas a 2ª já está renovada para 2021.

Pose (Netflix)

Imagem de divulgação da série Pose.

É difícil dizer se “Pose” é uma série ou um belíssimo espetáculo. Assim sendo, é uma série espetacular, criada pelo nada convencional Ryan Murphy, com o maior elenco trans da história da televisão. De acordo com o portal GZH, são mais de 50 pessoas, na frente e atrás das câmeras, envolvidas na produção.

O enredo é conduzido por Blanca, mulher transgênero que acolhe jovens LGBTQIA+ que foram expulsos de casa ao assumirem sua orientação sexual ou identidade de gênero. Ademais, o seriado mostra como funcionavam as Ballrooms que, na Nova Iorque dos anos 1980, eram espaços de acolhimento para essas pessoas que viviam às margens da sociedade. 

Desobediência (Telecine)

Imagem de divulgação do filme Desobediência.

O filme “Desobediência” conta a história de Ronit (Rachel Weisz) que, depois de anos morando em Nova Iorque, retorna a Londres, especificamente para a comunidade de judeus ultraortodoxos em que nasceu, para o funeral de seu pai, um respeitado rabino.

Chegando lá, Ronit é rejeitada por parte da comunidade, justamente por questionar os princípios do judaísmo, mas é acolhida por um amigo de infância, interpretado por Alessandro Nivola que, para surpresa de Ronit, está casado com sua paixão de juventude, Esti (Rachel McAdams).

Baseado no romance homônimo da romancista Naomi Alderman, o longa foi dirigido por Sebastián Lelio, o mesmo cineasta que escreveu e dirigiu “Uma Mulher Fantástica”.

Sense8 (Netflix)

Imagem de divulgação da série Sense8.

Não há como começar a falar de “Sense8” sem mencionar que é um seriado criado pelas irmãs Lilly e Lana Wachowski, responsáveis por “Matrix”, um filme que dispensa apresentações. No entanto, na época, elas ainda não haviam realizado a transição de gênero e eram conhecidas como Andy e Larry Wachowski. 

Dito isso, você já deve ter sacado que “Sense8” se trata de ficção científica, afinal, é o que se espera das mentes brilhantes das Wachowski. 

E o seriado não deixa a desejar ao contar a história de oito desconhecidos, de diferentes partes do mundo, que estão mental e emocionalmente conectados. Loucura, não é mesmo? Imperdível também.

XXY (Netflix)

Imagem de divulgação do filme XXY.

“XXY” é um filme hispano-franco-argentino que conta a história de Alex, uma pessoa intersexual. Ou seja, que nasceu com genitálias que não se encaixam nas categorias biológicas típicas do sexo feminino ou masculino. 

Inclusive, o título faz referência à Síndrome de Klinefelter (47, XXY) e Alex representa, no longa, a sigla I do LGBTQIA+.

Voltando ao filme, ele se passa no litoral do Uruguai, onde os pais de Alex a levam com o objetivo de protegê-la de qualquer tipo de preconceito, para que ela possa crescer e, então, escolher sobre suas características sexuais.

Isto é, sem que ela seja submetida a tratamentos hormonais ou cirurgias precoces. No entanto, há algumas reviravoltas no caminho.

Supergirl (Netflix)

Imagem de divulgação da série Supergirl.

As aventuras de “Supergirl” não colocam o seriado na lista de filmes e séries LGBTQIA+. No entanto, ganha espaço pela história da irmã adotiva da heroína, Alexandra Danvers (Chyler Leigh) que, na 2ª temporada, descobre-se lésbica.

A construção do roteiro, em conjunto com a irretocável atuação de Leigh, rendeu uma nomeação a The CW no GLAAD Media Awards em 2017, prêmio americano que possui o intuito de “reconhecer e homenagear as produções midiáticas por suas representações justas, precisas e inclusivas da comunidade LGBTQIA+”, conforme o site Culturess.

Em 2021, “Supergirl” voltou a receber uma segunda nomeação no GLAAD Media Awards com o surgimento, na 4ª temporada, da primeira super-heroína transexual, a Dreamer, interpretada pela atriz e ativista pelos direitos LGBTQIA+, Nicole Maines.

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (Netflix)

Imagem de divulgação do filme Hoje Eu Quero Voltar Sozinho.

É um filme que comprova o que muitos negam: a qualidade do cinema brasileiro. Dirigido, produzido e roteirizado por Daniel Ribeiro, a história aborda dois temas extremamente relevantes: a homossexualidade e a deficiência visual. E faz isso de uma forma emocionante. 

A história gira em torno de Leonardo, um adolescente cego que luta incansavelmente pela sua independência, à medida que enfrenta uma mãe superprotetora, e lida com as descobertas da adolescência na companhia de Giovanna e de Gabriel, um novo aluno que chega para estudar na mesma escola que eles.

Em maio de 2015, o filme concorreu na categoria de Melhor Lançamento Limitado na 26ª edição do GLAAD Media Awards — mesmo prêmio que o seriado “Supergirl”, mencionado acima.

Elisa e Marcela (Netflix)

Imagem de divulgação do filme Elisa e Marcela.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado na Espanha há 16 anos, em 2005. No entanto, em 1901, o país, especialmente a igreja de São Jorge, localizada em Coruña, realizou, acidentalmente, o casamento entre Marcela Gracia Ibeas e Elisa Sánchez Loriga, uma vez que elas se passaram por um casal heterossexual para oficializar o matrimônio.

Essa história foi transformada no longa Elisa e Marcela, escrito e dirigido pela espanhola Isabel Coixet, com base no livro “Elisa y Marcela - Amigas y Amantes”, escrito por Narciso de Gabriel. Entretanto, a real história entre as duas, bem como o que aconteceu com elas após a união é recheado de lacunas; um verdadeiro mistério. 

O que há, além do livro de Narciso de Gabriel, é um filme dramático, romântico, poético e que faz um resgate histórico comprovando que membros da comunidade LGBTQIA+ sempre existiram. 

Retrato de uma Jovem em Chamas (Telecine)

Imagem de divulgação do filme Retrato de uma Jovem em Chamas.

Eis mais uma obra-prima assinada pela cineasta e roteirista francesa, Céline Sciamma, responsável por “Tomboy”. Bem como o filme “Carol”, mencionado nesta lista, “Retrato de uma Jovem em Chamas” é um longa-metragem sem ação, tampouco velocidade, mas repleto de paisagens deslumbrantes e com provocações sobre a relação entre o amor e a liberdade.

Na trama, que se passa na Europa do século 18, Marianne (Noémie Merlant) é uma jovem e promissora pintora que, ao ser contratada pela mãe de Héloïse (Adèle Haenel), depara-se com o desafio de pintá-la sem que Héloïse perceba. A obra possui destino certo; a mãe de Héloïse enviará o quadro para um pretendente da filha, com o objetivo de convencê-lo a se casar com ela.

Para tanto, Marianne é apresentada para Héloïse como sua dama de companhia e as duas saem diariamente para caminhar pelo litoral francês e realizar atividades cotidianas. A reviravolta está no fato de que as duas, durante um processo mútuo de observação, acabam se apaixonando.

Special (Netflix)

Imagem de divulgação da série Special.

É uma série de comédia que acompanha a vida do carismático Ryan O'Connell, um homem gay que possui leve paralisia cerebral e resolve sair em busca de autonomia em diferentes âmbitos da vida.

Ao longo do caminho, em direção à vida adulta, Ryan aprende a amar a si mesmo e se mostra capaz de viver uma vida plena. E a gente, do outro lado da tela, aprende a amá-lo e fica pensando no quão divertido seria tê-lo como amigo — ou namorado.

O que deixa tudo ainda mais especial é que “Special" é uma série que, de certa forma, é autobiográfica. Ou seja, Ryan O'Connell estrela, escreve e atua como produtor executivo, baseando o roteiro no livro “I’m Special: And Other Lies We Tell Ourselves”, de sua autoria.

Uma Mulher Fantástica (Amazon Prime)

Imagem de divulgação do filme Uma Mulher Fanstástica.

“Uma Mulher Fantástica” foi o primeiro filme estrelado por uma mulher transexual a ganhar o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2018. 

Escrito e dirigido por Sebastián Lelio, o longa-metragem é um drama chileno imperdível, que conta a história de Marina (Daniela Vega), uma mulher transexual indiscutivelmente incrível.Durante o dia, ela trabalha como garçonete e, à noite, canta em bares motivada pelo sonho de ser cantora profissional. 

No entanto, sua vida toma outro rumo após Orlando (Francisco Reyes), seu namorado, morrer de forma inesperada e ela ter que enfrentar a transfobia da família do ex-companheiro.

Grace and Frankie (Netflix)

Imagem de divulgação da série Grace and Frankie.

É uma série produzida por Marta Kauffman, uma das criadoras do sitcom mais conhecido de todos os tempos: “Friends”. 

Ademais, possui um elenco de peso, bem como um dos roteiros mais originais vistos por aí. Ou seja, que retrata, sem tabus e com muito bom-humor, os conflitos da terceira idade.

Entretanto, o maior enfrentamento da série, também o que a faz estar nesta lista, é o fato de que, depois de anos de casamento, os maridos de Grace e Frankie pedem divórcio para se casarem um com o outro. 

Por fim, vale mencionar que Lily Tomlin (Frankie) é lésbica na vida real, casada com a escritora, diretora e produtora americana Jane Wagner, há mais de 50 anos.

Carol (Amazon Prime)

Imagem de divulgação do filme Carol.

Baseado no livro “The Price of Salt”, de Patricia Highsmith, “Carol” é um filme romântico, sem ser clichê e dramático exatamente quando deve ser. 

Ademais, possui uma característica que foge das produções americanas; apesar de ser uma. É um longa-metragem que, assim como a maioria dos filmes europeus, faz com que você desacelere ao assisti-lo. 

A ambientação é na Nova Iorque dos anos 50 — o que abre brechas para figurinos belíssimos e uma fotografia de encher os olhos — e a história é justamente sobre Carol Aird (Cate Blanchett), uma mulher que está passando por um conturbado processo de divórcio, e Therese Belivet (Rooney Mara), uma jovem que vive uma rotina entediante. Isso até ela conhecer Carol, claro. Mas o resto é spoiler.

Para finalizar, o longa recebeu seis indicações ao Oscar em 2016 e cinco nomeações ao Globo de Ouro no mesmo ano. Ou seja, um filme com esse “currículo” não pode deixar de ser assistido.

Documentários e stand-up LGBTQIA+

Estava achando que havíamos acabado? Não! Separamos dois documentários, quatro stand-up e uma série documental que você não pode perder:

  • Laerte-se;

  • A Morte e Vida de Marsha P. Johnson;

  • Hannah Gadsby: Nanette;

  • TIG;

  • Wanda Sykes: Not Normal;

  • Liberdade de Gênero.

Por fim, todos os filmes e séries LGBTQIA+ citadas acima estão disponíveis nos principais serviços de streaming que existem no mercado.

E, o melhor, você pode assiná-los através da Vivo. Ou seja, se você possui um Plano Móvel e ficou interessado em assistir The L Word: Generation Q, disponível pela Amazon Prime ou, ainda, Tomboy, acessível pelo Telecine, basta dar uma olhada nos serviços digitais, procurar pelos respectivos streamings e assisti-los. Você ainda pode aproveitar as ofertas exclusivas em cada um dos apps!

No entanto, para quem é cliente Pós e ficou interessado em assistir “Pose”, “Sense8” ou “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, é só dar uma conferida nos planos Vivo Selfie, escolher um que possua “assinatura Netflix Padrão inclusa” e voilà: o filme ou série LGBTQIA+ vai direto para o seu smartphone.

Além disso, se você é cliente Vivo Fibra pode aproveitar para ver esses e outros filmes e séries da Netflix. O app é incluído no pacote de banda larga, o que é ótimo não é? 

Agora é só escolher seu plano Vivo e preparar a pipoca. 

Até breve!

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