Nada melhor do que poder contar com uma boa internet em toda a casa para estudar, trabalhar e se divertir, não é mesmo? Porém, para aproveitar o melhor que a conexão tem para oferecer, é importante tomar alguns cuidados, como evitar o Wi-Fi aberto. E isso tanto para proteger sua rede, quanto para potencializar o serviço contratado. 

A realidade é que, mesmo estando dentro do seu lar, é recomendado colocar uma senha para acessar o Wi-Fi. Além disso, para melhor performance, o roteador deve ficar em um local central para conseguir cobrir melhor o ambiente. E, se isso não for o suficiente, também existem outros aparelhos, como os repetidores, que podem ajudar a internet a chegar ainda mais longe.

Enfim, para saber se está fazendo o melhor uso da sua internet sem fio, vale acompanhar a leitura e conferir as dicas que preparamos para você.

Imagem de uma família na sala, cada membro está usando um dispositivo eletrônico diferente.

O que é Wi-Fi aberto?

No Brasil, o uso de banda larga já está bastante consolidado, tanto dentro de domicílios, quanto em empresas. Só para exemplificar, já são 10.764 milhões de acessos em fibra ótica na banda larga fixa, segundo o Serviço de Comunicação Multimídia (SCM).

Antes de optar por um serviço, é sempre bom entender o tipo de uso de internet em que a sua casa se encaixa. Por exemplo, para simplesmente navegar na internet, usar redes sociais e enviar e-mails, um pacote de conexão mais básico já atende suas necessidades. 

Entretanto, se também serão feitas chamadas em vídeo e haverá um alto consumo de streaming, o ideal é buscar mais velocidade para aproveitar os momentos.

Além disso, vale se atentar ao lugar escolhido para instalar seu roteador: ele deve ficar centralizado em um local alto e livre de obstáculos. Se mesmo assim o ambiente para cobertura for muito grande, os repetidores podem ajudar. Esses equipamentos servem para propagar o sinal do roteador em “pontos cegos”.

Depois dessas escolhas, quando a conexão sem fio é instalada em casa, é comum que as pessoas optem por deixar o acesso livre, o famoso Wi-Fi aberto. Em outras palavras, não colocam usuário e senha para se conectar à internet. Isso acontece, principalmente, com o intuito de facilitar o uso pelos moradores e visitantes. 

Contudo, essa prática abre portas para alguns perigos de desempenho e segurança que você vai conhecer a seguir..

Imagem de uma pessoa de capuz preto usando um notebook.

Quais os principais riscos do Wi-Fi aberto?

Você pode já ter ouvido que não é recomendado utilizar serviços de internet banking em locais com redes de internet públicas, tais como o shopping e restaurantes.

Essa sugestão parte do princípio que, quando não há senha para o Wi-Fi, perde-se o controle sobre a rede local. Ou seja, não se sabe quem está acessando ou o que está fazendo ali. A mesma coisa acontece com o roteador desprotegido na sua casa: alguém consegue usar a internet sem ao menos você saber. 

Sabe aquela queda na velocidade da conexão? Ela pode, inclusive, estar relacionada a esse uso não autorizado. Isso é muito comum em prédios, nos quais as distâncias percorridas pelo roteador são menores, facilitando que um vizinho, por exemplo, acesse sua conexão.

Além disso, esse Wi-Fi aberto também é uma possível entrada para ameaças de cibersegurança, como uma invasão e até roubo de dados. Sendo assim, quem utiliza a internet sem segurança para pagar contas ou trabalhar, acaba se colocando em risco.

Portanto, a recomendação é buscar formas de proteção para sua conexão e para o próprio roteador. Pois, mesmo quando não há indicadores como a redução do desempenho, ficar atento a quem está conectado à sua rede pode evitar muitos problemas.

Ícones de sinal de wifi.

Como proteger o Wi-Fi

Nem todo mundo sabe, mas o Wi-Fi foi inventado 24 anos atrás. Em todo esse tempo, ele evoluiu bastante, alcançando uma área maior, permitindo uma conectividade mais veloz e estável, além de melhorar seus protocolos de segurança.

O padrão recente que utilizamos é o Wi-Fi 6 e ele, por si só, já é muito mais seguro que os equipamentos predecessores. Afinal, ele precisa acompanhar também o avanço das próprias ameaças do meio digital. Mas, é claro, que há algumas práticas que podem ajudar nessa proteção.

De modo geral, uma conexão sem fio segura depende de questões técnicas, como um bom roteador, com programas atualizados e que permitam a gestão da rede. Mas, principalmente, também é resultado de uma configuração bem-feito, que inclui a criação de senha para não deixar o Wi-Fi aberto.

Ilustração de um modem wi-fi.

Como configurar o Wi-Fi

A princípio essa tarefa pode parecer difícil, mas hoje em dia esse processo já é bastante simples. Para começar, é necessário ter um dispositivo, seja um roteador conectado ao modem ou um aparelho que une as duas funções. Ou seja, um modem Wi-Fi que traz a internet e a distribui em casa pela conexão sem fio.

Caso esteja com um roteador, é preciso conectá-lo ao modem com um cabo de internet e ligá-lo à energia. A partir daí, os processos para ambos são iguais:

  • Conecte o computador à porta LAN por um cabo de rede;
  • Abra uma nova aba no navegador e insira o endereço IP do roteador. Você encontra esse número no manual ou no próprio aparelho;
  • Uma tela pedindo login e senha vai aparecer. Esse padrão vem direto da fábrica e costuma ser “admin” para os dois campos. Se não, a informação também estará no modem ou no guia de instalação;
  • Abra a opção “Redes sem fio” ou “Wireless” e selecione a alternativa “Ativar rede sem fio” ou “Enable wireless”;
  • No campo SSID, nomeie a sua rede.

Logo após, vem um passo importante para não ter mais um Wi-Fi aberto: a criação de uma senha para acesso à internet. Para isso, continue o processo acima, seguindo para a aba “Security ou Segurança. 

  • Escolha a opção WPA2 ou WPA3, dependendo do modelo do equipamento, pois são as mais seguras;
  • Defina sua senha. É recomendável fugir de opções muito simples como sobrenome e sequências de número como 4321. Use sua criatividade, alterne letras maiúsculas e minúsculas, numerais e símbolos. Vale anotar para não esquecer.

Por fim, teste a velocidade da conexão para checar se ela está dentro do esperado e aproveite sua internet de forma segura.

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Como a Vivo pode te ajudar?

Como vimos, o Wi-Fi aberto ou mesmo mal configurado pode resultar em problemas de segurança e também no desempenho do serviço contratado. Entretanto, acompanhar todas essas questões sem auxílio pode ser trabalhoso e, nesse sentido, a Vivo pode ajudar.

Para começar, o aplicativo Vivo Smart Wi-Fi permite que você resolva os principais problemas de rede da sua casa. Através dele, é possível mudar a senha da internet, diagnosticar e melhorar a conexão e até medir a potência do sinal que chega ao roteador.

Naqueles momentos em que a conectividade está instável, o app ainda permite a reinicialização do roteador por apenas um clique.

Além disso, a ferramenta é essencial para gerir e bloquear dispositivos que estão acessando sua rede, por exemplo, facilitando o controle dos pais. Outro recurso é a rede de convidados, que pode ser ativada na opção “Wi-Fi de convidados”. Assim, você terá uma conexão independente para oferecer quando necessário.

A solução para smartphones, Android e iPhone, está disponível para clientes Vivo Fibra com roteadores Mitrastar e Askey. O aplicativo pode ser baixado na Vivo App Store

Todavia, também sabemos que há situações nas quais precisamos da ajuda de um especialista. Para isso existe o Vivo Guru, um serviço por assinatura que oferece suporte personalizado 24h. O atendimento pode ser feito via telefone, chat e videoconferência ou, para quem prefere assistência presencial à remota, há o plano que inclui visitas técnicas mensais.

Sendo assim, seja para ajudar você no dia a dia ou quando problemas de conectividade maiores aparecem, a Vivo está pronta para te auxiliar.

Até a próxima!

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