Com os avanços da tecnologia e as necessidades de mudanças que a sociedade enfrenta ano a ano, é natural que surjam ferramentas inovadoras, que ajudam a nos adaptarmos às tendências. E uma dessas evoluções, sem dúvida, é a teleconsulta — que consiste na realização de atendimento médico pela internet.

Isso tem revolucionado o universo da medicina, pois consegue oferecer uma interação entre médico e paciente, mesmo que eles estejam a quilômetros de distância um do outro. Porém, da mesma forma que beneficia, o método pode empregar algumas limitações para quem adota esse modelo.

Para te ajudar a entender um pouco melhor como funciona a teleconsulta, preparamos um artigo com diversas informações importantes, como: 

  • Como são feitos os atendimentos?

  • Quais as diferenças entre cada categoria?

  • O que é necessário para que essa ferramenta funcione com excelência?
     

Quer saber mais? Então, vem com a gente!

Imagem de um idoso em video chamada com um médico em seu notebook Imagem de um idoso em video chamada com um médico em seu notebook

O que é teleconsulta?

A teleconsulta é um atendimento online, que consiste em conectar o médico ao paciente, sem que haja a necessidade de uma avaliação presencial. 

Essa ferramenta tem modernizado a área médica e serve para ajudar a desafogar as unidades físicas de saúde, permitindo um atendimento mais otimizado para quem chega com um problema mais grave e que não pode ser tratado online. 

Esse recurso se mostrou mais efetivo durante os momentos mais críticos da pandemia. Com a teleconsulta, foi possível manter os pacientes em casa, solicitando o atendimento presencial apenas nos casos em que o diagnóstico necessitava de uma avaliação física. 

Inclusive, esse modelo, que já está sendo utilizado no sistema público, foi reconhecido em março de 2020, pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), como uma prática benéfica à sociedade no que diz respeito à saúde.

Para se ter uma ideia do quanto a prática otimizou o atendimento médico, apenas nos 15 primeiros dias da medida, o Hospital Albert Einstein saltou de 80 para 600 atendimentos online por dia. 

No SUS (Sistema Único de Saúde), os resultados também foram favoráveis: de maio a dezembro foram registrados 25 mil atendimentos virtuais.

A princípio, a teleconsulta passou a ser a melhor triagem para evitar que pessoas com suspeita de Covid-19 e sintomas brandos fossem ao hospital sobrecarregar o sistema. 

Porém, a medida deu tão certo que foi além e passou a abranger outros casos, como:

  • Pacientes com doenças crônicas que precisam de acompanhamento frequente;

  • Pessoas que necessitam de ajustes de medicamento;

  • Aqueles que fazem retornos com exames;

  • Ou problemas médicos mais simples e que não precisam do exame físico. 

A partir daí, o modelo foi tomando proporções tão grandes, que passou a ser utilizado por qualquer especialidade médica, desde as que cuidam da saúde física até as atuantes na saúde mental, como psicoterapia e psiquiatria.

Imagem de um médico avaliando exames de imagem em seu computador Imagem de um médico avaliando exames de imagem em seu computador

Como funciona a teleconsulta?

Como explicado, o modelo funciona de maneira virtual, com os médicos atendendo os pacientes online ou se comunicando com outros profissionais, onde quer que eles estejam. Porém, para que o procedimento possa ser executado, algumas regras precisam ser seguidas, tais como:

  • O paciente precisa estar de acordo com esse modelo de atendimento;

  • O sigilo de qualquer informação trocada durante o processo deve ser mantido;

  • Todos os resultados devem ser armazenados no sistema das clínicas.

Além disso, é recomendado que a teleconsulta seja feita após uma primeira avaliação presencial. Assim, o médico poderá ter uma opinião mais bem formada sobre quais os problemas de saúde e como realizar o tratamento.

Com tudo isso definido, a consulta online pode ser agendada. O atendimento ocorrerá normalmente, com a mesma atenção de quando se faz uma consulta presencial, inclusive com fornecimento de atestado médico, caso necessário.

Quanto aos exames, eles também podem ser entregues virtualmente, para que não haja a necessidade de comparecer ao consultório.

Como é feita uma consulta online?

Primeiramente, é necessário que todas as partes, tanto médicos e especialistas quanto pacientes, tenham em mãos os aparatos tecnológicos necessários para um bom funcionamento: computador, tablet ou smartphone.

Além disso, todos devem ter acesso a um canal para transmissão, como programas de videoconferência, aplicativos voltados a essa área — como o Yalo — ou uma plataforma disponibilizada pela própria clínica.  

E para que tudo ocorra da melhor maneira possível, é necessário contar com uma internet de qualidade, que garanta uma boa conexão e reduza os riscos de travamentos ou quedas durante o atendimento. Nesse sentido, a internet Vivo Fibra é uma grande aliada das teleconsultas. 

Devido a sua estrutura de fibra ótica, o sinal chega com mais estabilidade ao modem, já que essa tecnologia não sofre com variações causadas por fatores externos, como ondas eletromagnéticas da rede elétrica ou ações do tempo.

Assim, é possível fazer essa ponte entre médico e paciente de maneira mais eficiente.

Quais os tipos de teleconsulta?

Mulher realizando teleconsulta em sua cozinha pelo laptop. Mulher realizando teleconsulta em sua cozinha pelo laptop.

Síncrona

A consulta síncrona é quando você agenda uma conversa por vídeo ou telefone com o especialista e ele reserva aquele tempo exclusivo para te atender. 

As clínicas costumam oferecer duas opções de atendimento síncrono: 

  • Eletivas: pelas quais você marca a hora com o médico escolhido;

  • Urgência: na qual você entra em uma fila eletrônica de atendimento e aguarda sua vez para conversar com o profissional disponível.

Assíncrona

Esse modelo não se dá em tempo real e é uma forma bastante praticada por médicos que acompanham um paciente já há algum tempo. 

A troca é feita por meio de mensagens, em que o paciente envia um questionamento e aguarda resposta do especialista, sabendo que o profissional poderá ler e responder em seu tempo. Por isso, vale ressaltar que esse formato só é empregado em casos que não pedem urgência.

Por fim, é importante destacar que a consulta virtual e o atendimento presencial são complementares. 

O médico é quem vai dizer qual é o limite do uso da tecnologia e indicar a necessidade de encaminhamento para avaliação presencial em uma clínica ou hospital. Nessas horas, o melhor a se fazer é seguir as orientações do especialista.

Qual a diferença entre teleconsulta e telemedicina?

Apesar de parecerem a mesma coisa, essas duas categorias têm características diferentes. 

A telemedicina está em um contexto mais amplo e abrange diversos segmentos, como: assistência médica, educação, pesquisa, prevenção de doenças e promoção da saúde se utilizando de meios tecnológicos.

Já a teleconsulta é um dos componentes da telemedicina, um dos serviços que ela pode nos ofertar. 

Ela ainda conta com o apoio da categoria para que seja possível utilizar ferramentas importantes, tornando o atendimento mais eficiente e otimizado, já que a tecnologia permite agilizar alguns processos, como envio de laudos médicos e exames pela internet.

Senhora fazendo teleconsulta pelo tablet. Senhora fazendo teleconsulta pelo tablet.

Quando usar a teleconsulta?

Como o intuito é desafogar as unidades de saúde, a melhor maneira para utilizar esse modelo é para resolver problemas que não são tão urgentes ou ainda para tratamentos que não necessitam de atendimento presencial.

É importante lembrar que essa decisão deve partir do seu médico, pois é ele quem vai poder determinar se é possível manter o monitoramento e tratamento de suas condições dessa forma. 

Ainda assim, os atendimentos virtuais e presenciais devem andar lado a lado, sendo um o complemento do outro. Com isso, será possível aplicar mais praticidade ao processo, ao mesmo tempo em que se mantém a qualidade da prestação de serviço.

Como receber os documentos na teleconsulta?

Mais do que o atendimento para solução de problemas, a teleconsulta ainda conta com a telemedicina apoiada na tecnologia, para que o médico possa receitar medicamentos, fazer solicitações de exames e emitir atestados, sem sair de casa. Tudo regulamentado por meio da Portaria nº 467, de 20/03/2020. 

Para tanto, o profissional precisa estar atento aos critérios da Anvisa e deve ter Certificado Digital ativo, com assinatura eletrônica validada por certificados e chaves emitidos pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras – ICP – Brasil.

Outra ferramenta importante da consulta online é o prontuário eletrônico. Ele fica armazenado em nuvem e o médico pode acessá-lo a qualquer momento, de qualquer local e dispositivo, conseguindo realizar o atendimento com mais conhecimento sobre o histórico do paciente.

Ilustração de mulher junto de um coração com a linha de frequência cardíaca e o ícone do app Yalo Ilustração de mulher junto de um coração com a linha de frequência cardíaca e o ícone do app Yalo

Por que a Vivo apoia a teleconsulta?

A Vivo, que é uma empresa do ramo de tecnologia, contribui para a disseminação dessa prática. 

Ampliando sua atuação na área de saúde e bem-estar, reforçando seu posicionamento como hub de serviços digitais, em outubro de 2020, passou a oferecer aos clientes os serviços do Dr. Consulta por meio do programa de assinaturas Yalo.

A proposta é facilitar o acesso das pessoas à saúde de qualidade, por meio da tecnologia, com custo bem mais acessível. 

Os planos de assinatura, que você encontra na Vivo App Store, têm valores baixos e você ainda ganha condições especiais para utilizar o Dr. Consulta, tais como: 

  • Pagamento acessível por consulta;

  • Dependendo do plano eleito, tem desconto de 20% em todos os exames;

  • Até 60% de desconto nas maiores redes de farmácias do país;

  • Reduções nas mensalidades nas academias SmartFit.

Como você pôde ver, a teleconsulta surgiu para inovar o campo da medicina, gerando mais conforto e praticidade, além de manter tanto a segurança das informações quanto a qualidade no atendimento. 

Com o auxílio das tecnologias envolvidas nesse processo, é possível tornar as rotinas cada vez mais eficientes, seja na área da saúde pública ou privada. O futuro da saúde também é digital. 

Até breve!

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