Beat Saber, um jogo rítmico

  • Headsets para jogar: PlayStation VR ou Oculus Rift (para PC)

A simplicidade de Beat Saber conquistou milhares de jogadores, principalmente os adoradores do PlayStation VR. No entanto, há pessoas que não compreendem ou concordam com o fato de, em 2019, um jogo tão descomplicado levar o título de Melhor Jogo de Realidade Virtual pelo The Game Awards.

O objetivo de Beat Saber é cortar, com um sabre de luz em cada mão, blocos que surgem na direção do jogador. Quer dizer, esse é um dos objetivos. O melhor vem agora: os blocos devem ser partidos no ritmo exato da música. Em outras palavras: quanto mais agitada for a melodia, mais desafiador torna-se o jogo.

Ademais, o jogo possui vários estágios, que vão do “Normal” até o “Expert Plus”, e qualquer um deles manterá a pessoa ativa e treinará sua coordenação motora.

Imagem da tela do jogo Beat Saber

Firewall: Zero Hour

  • Headsets para jogar: somente PlayStation VR

Mesmo já tendo conquistado o seu lugar no PlayStation VR, Firewall: Zero Hour não para de evoluir. Inclusive, muitos o consideram o melhor First-Person Shooter (FPS) em realidade virtual desde seu lançamento, em 2018.

No mesmo ano, inclusive, o jogo foi nomeado como Melhor Jogo de Realidade Virtual pelo The Game Awards, mas acabou perdendo para o Astro Bot Rescue Mission, desenvolvido pela Asobi Team Division.

O que o torna único é que, a cada momento, novos avatares e armas são criados e atualizados para que os jogadores possam estar preparados para escolher entre defender ou atacar.

Imagem da tela do jogo Firewall: Zero Hour

Modo multiplayer

Firewall: Zero Hour é tão popular entre os jogos RV que pode ser experienciado no modo multiplayer — permite a interação dos jogadores. No caso deste game, são equipes de quatro jogadores que enfrentam outros quatro em Player versus Player (PvP), o que significa que o jogador, além de enfrentar o ambiente do jogo, enfrenta outras pessoas. Para se ter noção, há batalhas em Firewall: Zero Hour entre gamers de diferentes países.

Resident Evil 7: Biohazard

  • Headsets para jogar: PlayStation VR

Depois de um First-Person Shooter (FPS), passamos para outro FPS que é o carro-chefe do PlayStation VR no gênero survival horror (horror e sobrevivência, em tradução livre). Assim como Beat Saber, levou o prêmio de Melhor Jogo de Realidade Virtual pelo The Game Awards.

Lançado em 2017, Resident Evil 7: Biohazard assusta há quatro anos qualquer pessoa que se atreve a entrar na casa amaldiçoada da família Baker, que está infectada com um vírus. O jogo conta com finais distintos e guarda uma surpresa boa para os fãs da série.

Ademais, vale lembrar que Resident Evil 7: Biohazard possui duas demos: um curto, chamado Kitchen (que precisa do PlayStation VR), e outro um pouco mais longo, que se chama Beginning Hour.

Imagem da tela do jogo Resident Evil 7: Biohazard

Voxel Fly, jogo de realidade virtual para Android

  • Headsets para jogar: Samsung Gear VR ou Oculus Go

Depois de falar de jogos VR para consoles, está mais do que na hora de passar a bola para os smartphones. Para isso, o Voxel Fly, para quem utiliza Android, é uma boa opção. No entanto, ele é uma adaptação, ou seja, pode ser jogado no modo clássico ou em VR, através de um headset.

Por conta disso, a pessoa interessada deve baixar a versão VR na Google Play Store; não a normal. E caso o smartphone não seja compatível com a tecnologia exigida pelo jogo, a loja de aplicativos avisará.

Sobre o jogo, a pessoa escolhe uma aeronave e o objetivo é bem simples: sobreviver pelo maior tempo possível, desviando de obstáculos e atirando no que vier pela frente.

O jogo é categorizado como Indie, o que explica a ambientação e a trilha sonora; uma espécie de túnel multicolorido de legos e uma trilha sonora diferentona.

Imagem da tela do jogo Voxel Fly

Bring to Light, jogo que monitora o grau de medo do jogador

  • Headsets para jogar: Oculus Go no PC

Em alguns casos, a RV é tão intensa que pode causar danos à saúde. É isso mesmo que você leu: é possível mapear alguns efeitos físicos e psicológicos para quem é heavy user de jogos de realidade virtual.

A afirmação está de acordo com o artigo Health and Safety Issues associated with Virtual Reality - A Review of Current Literature (Problemas de Saúde e Segurança Associados à Realidade Virtual — Uma Revisão da Literatura Atual, em tradução livre).

À vista disso, o jogo para computador Bring to Light, disponível na plataforma Steam, incluiu medidores cardíacos para monitorar o grau de medo do jogador. Dessa forma, o game pode modificar o andamento da trama.

Imagem da tela do jogo Bring to Light

O grande objetivo é que o jogo fique mais tenso se o jogador estiver muito confortável com a realidade que está “vivendo” na trama. Agora, se estiver muito apavorado, o game se torna mais leve até que o jogador fique mais confiante novamente. E aí, você gostaria de ter uma experiência assim?

Imagem de um homem e uma mulher jogando videogame e usando óculos de realidade virtual

Em toda lista há uma exceção. Aqui, ela se chama Empathetech

Empathetech ainda está em fase de aperfeiçoamento. Isto é, na teoria, não poderia estar entre os melhores jogos de realidade virtual, mas é ousado e, por esse motivo, compõe a lista. Afinal, ele prova que é possível abordar temas profundos através de games

Clorama Dorvillas, a designer de VR responsável pelo projeto, criou o jogo para cumprir dois objetivos sociais audaciosos: exercitar a empatia das pessoas e diminuir o preconceito racial.

Para isso, o jogo colocará mulheres brancas na pele de mulheres negras e vice-versa, para que as pessoas percebam como o preconceito ocorre e está estruturado na sociedade. Dentro dessa perspectiva, “a RV é uma maneira de tornar o mundo um lugar cada vez melhor”, afirma Clorama.

Inspirador, não é mesmo?

Imagem da tela do jogo Empathetech

Um pouquinho de história não faz mal a ninguém

No entanto, como toda tendência passa por uma evolução, a Realidade Virtual (RV) ou Virtual Reality (VR) não é um assunto dos últimos anos. Além disso, algumas teorias e protótipos foram criados no século 19, como o Óculos Estereoscópico, assinado pelo britânico Charles Wheatstone. Somente no século 20, a realidade virtual em jogos começou a tomar forma.

Com a explosão dos videogames na década de 1990, a tecnologia tornou-se a grande aposta das empresas. Como, por exemplo, a Nintendo com o Virtual Boy, a IBM com o Forte VFX1 e a Atari com o Jaguar VR — que não saiu do papel. Inclusive, alguém lembra dessas preciosidades? Provavelmente não. Elas não estavam maduras o suficiente.

Entretanto, todas as empresas tinham um mesmo objetivo: combinar efeitos visuais e sonoros, a fim de permitir que o usuário interagisse em um ambiente simulado criando, assim, um jogo de realidade virtual. Uma experiência para lá de única.

Como funcionam os jogos de realidade virtual?

Na década de 1990, essa era a pergunta de R$ 1 milhão de dólares. E a resposta veio anos depois. Era preciso o desenvolvimento de softwares para design 3D e avanços tecnológicos na área de multimídia. BOOM!

Com essas duas tecnologias, bem como o crescimento do mercado de games — e outros aperfeiçoamentos —, quase 20 anos depois foi possível criar jogos de realidade virtual. Ou seja, efeitos visuais, sonoros e, às vezes, táteis para uma completa imersão.

Pera aí, VR não seria o mesmo que um Headset?

Tratando-se de jogos de realidade virtual, headset é uma forma de se referir ao óculos que faz com que a pessoa não seja atingida por estímulos externos. Portanto, é normal ouvir por aí: headset de realidade virtual. No entanto, também existe o popular headset que é, em síntese, um fone de ouvido que cobre as orelhas e conta com um microfone.

Como embarcar no mundo VR?

Os jogos VR podem ser encontrados em consoles, além de computadores e smartphones. Porém, para se divertir em casa, é necessário que o jogador tenha seu próprio headset de realidade virtual e que ele esteja de acordo com o seu perfil de uso.

Falando nisso, existem inúmeros modelos para a pessoa viver essa experiência e cada um possui suas vantagens — conforto, resolução e frame rate — e desvantagens, como o preço e o fato de que alguns não são vendidos no Brasil.

Entre os principais headsets de realidade virtual atualmente, estão:

  • PlayStation
  • VR HTC Vive
  • Os óculos da marca Oculus (modelos Go, Quest, Quest 2, Rift)
  • Valve Index
  • Samsung Gear VR
  • Google Daydream View

Encontre alguns modelos aqui: Óculos de Realidade Virtual — As Melhores Marcas de Óculos | Loja Vivo

 

Inclusive, a dica para quem deseja iniciar na realidade virtual mas não possui console, tampouco um computador de alta performance, é investir em dispositivos como o Samsung Gear VR ou Oculus Quest. Eles transformam, de certa maneira, o seu dispositivo móvel em uma experiência VR. Mas, atenção! Antes de fazer esse investimento, é necessário conferir se o modelo escolhido é compatível com o smartphone.

Imagem do óculos Samsung Gear VR

Jogos de realidade virtual

Qual a melhor internet para jogos de realidade virtual?

Além de todos os pontos levantados acima, há outro pequeno detalhe a ser abordado: para possuir uma boa imersão, você precisa se assegurar de que tem uma internet estável e rápida quando for jogar RV no PC, em modo multiplayer no console, e até para conectar a Wi-Fi com o headset Oculus Go. 

Caso contrário, ao longo da experiência, você pode sofrer com lags (atrasos, em tradução livre) entre o seu comando e o game. E, convenhamos, ninguém merece esse momento durante uma imersão. Para tanto, confira dicas para melhorar a sua conexão de internet e, cá entre nós, invista na Vivo Fibra.

Isso porque o ponto mais importante para jogar, seja de que modo for, é a estabilidade da conexão. E a tecnologia mais estável que existe é a fibra ótica, que permite a transmissão de dados a uma velocidade próxima à da luz.

Os fliperamas concedem lugar para as casas VR

Por fim, para experimentar essa tecnologia, alguns dispositivos são necessários, como óculos VR e até mesmo softwares e hardwares com boa performance, tais como consoles, computadores e smartphones.

No entanto, se você não tem nada disso e, ainda assim, quer mergulhar nessa imersão, existem casas que oferecem jogos de realidade virtual. Inclusive, elas costumam se chamar “Casas RV” ou “VR”.

É verdade que elas, normalmente, encontram-se nos grandes centros urbanos do Brasil. Mas, nada impede de fazer uma rápida pesquisa para tentar encontrar uma em sua cidade — ou perto de você.

Em São Paulo, por exemplo, o espaço Voyager, no shopping JK Iguatemi, oferece experiências com jogos, filmes e simuladores. Já no Pixel Realidade Virtual, também em São Paulo, são cinco salas de jogos temáticos e mais de 300 títulos no catálogo para o pessoal se divertir.

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